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“Simplesmente fascinante (…) o que não se diz com palavras, se enuncia claramente em cena (…). Existe uma verdadeira tensão dramática, inscrita nos corpos em movimento ao som da música de Cécile Audebert na harpa e na percussão. Nem um minuto de dúvida quanto à pertinência das escolhas artísticas. Quando, no final, o trio de atores se revela, ficamos sem voz: como fazem para representar tantos papéis, manipulando tantos bonecos? Esse é sem dúvida o segredo de ’Silêncio’.”

EMMANUEL VIAU. [DNA – SAVERNE – SARRE – UNION]

“O universo criado é mágico. Perguntamo-nos, com lágrimas nos olhos, se tudo aquilo era, de fato, real. Uma adaptação mais que original, “Silêncio” é uma belíssima homenagem à obra de García Lorca”

NATHALIE ISRAELIAN [AVIGNON MAG]

“…é uma proeza técnica permanente que se apaga diante dos sentidos, da poesia, da emoção. Feliz Lorca. Felizes aqueles que poderão dizer ‘eu a vi’!”

ALAIN PÉCOULT LE VAUCLUSE [LE COMTADIN]

“Trata-se de uma escrita artística muito elaborada, uma clareza na linguagem de onde transparece uma grande intensidade. Não há nenhuma necessidade da palavra, tudo faz sentido, tudo é evidente.”

JACQUES BARBARIN [LE PATRIOTE]

“Silêncio, do bom teatro ao gosto pelo circo.”

OUESTE FRANCE

“Silêncio, uma homenagem poética e fascinante à obra de García Lorca.”

ANNE CLAUSSE [RUE DU THEATRE]

frances-ex-presse
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